O Cancro e o Consumo de Proteína Animal

01/06/2021 por admin
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Sabia que o consumo excessivo de proteína animal pode causar cancro?

Muitos estudos têm sido realizados de forma a apurar a veracidade sobre o aumento de cancro nos dias de hoje. Ainda há poucos anos atrás os casos de cancro eram muito mais reduzidos (mas com uma esperança média de vida bastante baixa), no entanto atualmente são em muito maior número (e com uma taxa de recuperação muito superior).

Como é óbvio consumir proteína animal não é exclusivamente meio caminho andado para que esta doença possa surgir, no entanto o consumo excessivo de proteína durante a meia-idade não só está associado a um aumento de risco na mortalidade por cancro, como também aqueles que consomem muita proteína (incluindo carne, leite e queijo) estão também mais suscetíveis a uma morte precoce.

O aparecimento de cancro é a combinação de diversos fatores genéticos mas cada vez mais é associado a fatores externos (como meio envolvente e estilo de vida)

Os investigadores sugerem que em relação ao consumo de proteína os diferentes efeitos possam estar associados aos níveis de IGF-1 no organismo, diferentes a partir de certa idade. No entanto, os níveis de IGF-1 descem abruptamente após os 65 anos, o que leva a maior fragilidade e perda de massa muscular. Muitos estudos mostram que embora o consumo elevado de proteína durante a idade-média seja bastante prejudicial, parece ser benéfico para adultos mais velhos.

Foi também descoberto que além do marcador IGF-1 a insulina é também um dos marcadores de um ambiente orgânico propício ao desenvolvimento de cancro. Estes dois fatores são também aqueles que sinalizam aquela que poderá ser a principal condição para a epidemia generalizada do cancro: a dieta Ocidental.

Como pode ver, existe uma forte ligação entre a ingestão de grandes quantidades de proteína animal e as incidências de cancro do cólon, mama, pâncreas e próstata.

Uma das formas para diminuir o risco de cancro devido a estes compostos (além de reduzir o consumo de produtos de origem animal) consiste em consumir couves regularmente e em simultâneo com estes alimentos. Alguns cancros cuja incidência aumenta com o consumo de carne, diminuem em populações que consomem couves regularmente.

É também importante que o consumo de carne seja apenas 10% das proteínas que come diariamente, pois ao restringir o consumo da mesma, optando por uma dieta rica em vegetais vai estar a fazer mais por si e pela sua saúde.

A Medicina Tradicional chinesa, pode ajudar nesta alteração da forma como vê a comida, ajudando-o a melhorar e restringir o consumo destas proteínas que podem ser extremamente maléficas para a sua saúde!

Em casos mais extremos, a Medicina chinesa ajuda também a combater os sinais de mau estar associados à realização de quimioterapia, pois contrariamente ao que muitas pessoas ainda pensam, a realização de acupuntura, massagens tui na, sessões de fitoterapia, não afetam os efeitos dos fármacos que são aplicados aquando da realização das sessões de quimioterapia ou radioterapia.

Além de poderem melhorar (e muito) as sensações de enjoo, mal-estar, náuseas e cansaço, podem também ajudar no reforço do sistema imunitário, e aumentar a concentração de hemoglobina presente no sangue.

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